Mercado do boi: Que tipo de animal os compradores querem? Programa ajuda pecuarista a buscar o perfil ideal de produção
Redação
08.10.2021
  • Entre os critérios importantes para avaliação estão peso, idade, Ph e cobertura de gordura. Entenda como cada fator interfere na qualidade dos animais e como chegar ao padrão ideal
  • Abates para o Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) 2021 terminam em 31 de agosto. Podem participar pecuaristas de SP, GO, MG e TO

Os pecuaristas de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Tocantins têm até o dia 31 de agosto para se inscreverem na edição 2021 do Programa de Eficiência de Carcaça (PEC). A iniciativa da Phibro Saúde Animal, Minerva Foods e Biogénesis Bagó reconhece e valoriza os pecuaristas com os melhores indicadores de desempenho e que lideram o processo de produção de carcaças padronizadas e de alta qualidade. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.minervafoods.com/pec.

Todos os lotes de animais inscritos no PEC são avaliados nas unidades da Minerva Foods de Araguaína (TO), Janaúba (MG), José Bonifácio (SP) e Palmeiras de Goiás (GO). O programa abateu 337 mil bovinos nas duas primeiras edições, em 2019 e 2020. Até agora, na terceira edição, apenas de março a maio de 2021, foram avaliados 72.566 animais.

O presidente da Phibro, Mauricio Graziani, destaca que “o Programa de Eficiência de Carcaça auxilia os pecuaristas a produzirem hoje o bovino ‘do amanhã’ em termos de constância de oferta, precocidade, acabamento de gordura, carcaça uniforme, peso de abate, padronização e pH da carne – tópicos importantes em um mercado exigente em nível nacional e internacional.”

De acordo com Fabiano Tito Rosa, diretor de compra de gado da Minerva Foods, o PEC contribui para a pecuária brasileira avançar ainda mais e atingir um novo patamar de eficiência. “Para alcançar esse objetivo, o programa dissemina boas práticas, integrando os vários elos da cadeia e oferecendo apoio para os pecuaristas produzirem mais e melhor.”

Marcelo Bulman, country manager da Biogénesis Bagó, destaca que as empresas parceiras colocam suas estruturas técnica e comercial à disposição dos criadores participantes. “São centenas de veterinários e zootecnistas a campo, trabalhando para mostrar aos produtores que eles podem ir além em termos de eficiência. Isso é bom para eles e para o Brasil.”

Fonte: Notícias Agrícolas