Page 93 - Minerva Foods | Relatório de Sustentabilidade 2016
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Descarte total de água, discriminado por qualidade e
destinação
306-1
  2017
Volume total de descarte de água
4.470.070
Destinação
Para as unidades de Barretos, José Bonifácio, Mirassol D’Oeste, Palmeiras de Goiás, Rolim
de Moura e Várzea Grande todo efluente tratado é enviado para corpo receptor; para a unidade de Araguaína é realizada a fertirrigação na propriedade da empresa; e para a unidade de Janaúba, todo efluente depois do tratamento secundário é encaminhado para tratamento em ETE
do município.
Qualidade da água
São realizadas mensalmente análises para monitoramento
da eficiência do sistema e, para todas as unidades,
a eficiência de remoção de carga orgânica medida em DBO está acima de 85% de remoção, estando acima do preconizado em legislação vigente.
Método de tratamento
As estações de tratamento de efluente (ETE), para todas as unidades, são compostas por tratamentos primário (gradeamento, peneiramento, retenção de gordura) e sistema secundário (lagoas anaeróbicas, facultativas e polimento; e para a unidade de Mirassol D’Oeste, lodo ativado).
Água foi reutilizada?
Para as unidades de Araguaína, José Bonifácio, Mirassol D’Oeste e Janaúba, as águas utilizadas para lavagem de curral são provenientes de águas de reuso, seja de retrolavagem de ETA ou de degelo de câmaras. A unidade de Barretos recolhe toda a
sua água de retrolavagem e retorna para tratamento na ETA como circuito fechado. O projeto de fertirrigação de Palmeiras de Goiás
está sendo finalizado
com a instalação dos equipamentos (tubulação
e bicos de aspersores).
 Todas as unidades do Paraguai e do Uruguai monitoram os parâmetros de efluentes de forma per- manente de acordo com a política de gestão corporativa. Além disso, todas as plantas possuem Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).
O volume total de efluentes em 2017 para a Planta 2, no Paraguai, foi de 408.521 m3, dos quais foram utilizados 36.500 m3 para lavagem de currais. Na Planta 8, no mesmo país, o total de efluentes no mesmo ano foi de 356.111 m3, e todo o volume, de ambas as unidades, foi destinado para o coletor.
Nas unidades do Uruguai – Pul e Carrasco – o volume total de efluentes foi de 549.811 m3 e 463.745 m3, respectivamente. Na unidade Pul, os efluentes foram destinados à um curso d’água, e na unida- de Carrasco, para o coletor.
Operações no Uruguai e no Paraguai – parâmetros utilizados para monitoramento dos efluentes
 Ano
Paraguai Planta 2
Paraguai Planta 8
Uruguai Pul
Uruguai Carrasco
Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) – média anual (mg/l)
71,5
100,7
32,3
120,7
Parâmetro DBO Requisito legal (mg/l)
250
250
60
700
Sólidos totais em suspensão – média anual (mg/l)
45,8
68,2
43,9
250,5
Parâmetro sólidos totais em suspensão Requisito legal (mg/l)
500
500
150
N/A
      93















































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